Venezuela
Desde 1999, não é mais privilégio apenas da Bolívia ter em seu nome um tributo ao “Libertador”. Há 11 anos, a Venezuela passou a se chamar República Bolivariana da Venezuela. Aliás, Bolívar é um exemplo para o presidente Hugo Chávez, que inclusive define o seu projeto político como Revolução Bolivariana. Além disso, a moeda do país é denominada Bolívar venezuelano.
Bolívar venezuelano. (Fonte/Gettyimages) |
Estátuas, Bustos, Praças, Avenidas
Ao lado vemos o Parque Metropolitano Simón Bolívar, na Colômbia, e abaixo, duas estátuas, na Nicarágua e em Cuba.
Fonte: gettyimages
Universidades
Os meios acadêmicos, além de estudarem a fundo a história de Bolívar, fazem referência a ele em seus nomes. Como exemplo, podemos citar a Universidad Andina Simón Bolívar, no Equador, e a Universidad Simón Bolívar, na Venezuela.
Universidad Andina Simón Bolívar. Fonte: site oficial da instituição
No Brasil
O Brasil, apesar de não ter Bolívar como parte integrante da História do país, também tem homenagens ao “Libertador”. O Memorial da América Latina, localizado em São Paulo, foi idealizado pelo antropólogo Darcy Ribeiro com base nos ideais de solidariedade e união latino-americana pregados por Simón Bolívar. E um dos auditórios do local leva o nome dele.
Memorial da América Latina. Fonte: infoescola
Copa Libertadores da América
O campeonato de futebol mais importante e mais desejado pelos clubes da América também faz referência a Bolívar. A Copa Santander Libertadores da América, criada pela Conmebol (Confederação Sul-Americana de Futebol) em 1960, homenageia em seu nome todos aqueles que lutaram pela independência das nações do continente. São eles: Simón Bolívar, Antonio José de Sucre, José de San Martin, Bernardo O’Higgings, José Gervasio Artigas e D. Pedro I.
Copa Libertadores da América, o campeonato favorito dos torcedores sul-americanos. Fonte: site Conmebol
Manuela Sáesns
Outro fato curioso da vida de Bolívar é o seu envolvimento amoroso com Manuela Sáens, que, segundo a professora Maria Ligia Prado, “é uma história de amor com todos os ingredientes românticos”. Casada com um médico inglês, Manuela se apaixonou por Bolívar e deixou tudo para segui-lo, permanecendo ao lado do “Libertador” até a morte dele. Ela chegou, inclusive, a salvar Bolívar de uma tentativa de assassinato, além de cuidar dos seus arquivos.
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